Gestalt.
O termo é essencialmente estranho no primeiro contato com a
palavra, pois bem, na realidade achar uma tradução que se aplique a esta
palavra até hoje é motivo de controvérsia no meio científico, portanto as mais
palatáveis seriam: “forma” ou “figura”. Entretanto ela não é totalmente
estranha para nossos olhos, Gestalt
faz parte da realidade visual, muito usada no design e na arquitetura, para
gerar significados pelo agrupamento
de formas e estímulos visuais que tragam alguma mensagem ou interpretação sutil
para o observador, dando importância para a experiência da totalidade, da composição, não
se preocupando com as partes isoladas.
Na maioria das vezes a gestalt é
responsável por intrigantes e impressionantes ilusões de ótica que fazem o cérebro se contorcer para conseguir
interpretar. As ilusões de ótica não são problemas em nossos olhos, são apenas
enganos da mente. A luz que entra pelo olho leva informações ao cérebro. O mesmo
interpreta os dados e usa a memória
para entender a imagem. Vamos reconsiderar alguns conceitos, cuidadosamente. Quando dizemos
"nós vemos", na realidade vemos o efeito dos raios de luz atingindo
os olhos, convertidos em sinais elétricos e formados no cérebro. Quando dizemos
"nós vemos", na realidade observamos os sinais elétricos em nosso
cérebro.
O cérebro é um associador e um agrupador, um estranho e complexo
mecanismo de percepção que impõe ao observador suas regras, que criam fantásticos
efeitos visuais, e que são percepções extremamente pessoais, ou seja, cada
pessoa terá uma visão diferente dependendo do seu repertório e conhecimento
visual do meio em que vive. Então, há uma extensa discussão acerca da Gestalt. Ela existe? O fato é que ela funciona com extrema eficácia. Seria como questionar se
a gravidade existe ou não, porém você é testemunha, e
comprova que ela é um fato.
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| A fusão é mais importante que as partes. |
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| O que você vê? Dois velinhos, ou um violeiro e uma mulher? |
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| Faça isso parar por favor! |
Acadêmico: Diego Belo 2-DSGN



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